Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Estratégias

por Miguel Bastos, em 22.05.19

manhosas2.jpg

Gostei tanto desta entrevista de Marco António Costa, no i, que estou desejosos por chegar a casa. Quero reler algumas passagens do livro "Os Predadores", do Vítor Matos. Também fala de estratégias...

Autoria e outros dados (tags, etc)

O Presidente feliz

por Miguel Bastos, em 02.05.16

marcelo feliz.jpg

 

Passo Coelho disse o óbvio: Marcelo é um presidente feliz. “Pois sou” responde Marcelo, em Itália, antes de regressar a Portugal, para embarcar rumo a Moçambique. Já tínhamos reparado. Marcelo fez uma campanha onde se via que estava feliz. Depois “irradiou felicidade” na tomada de posse; no Concelho de Estado; na ida a Bruxelas; no 25 de Abril. Marcelo está feliz porque está onde sempre quis estar.

 

Na (excelente) biografia de Marcelo, o jornalista Vítor Matos descreve a forma como a família, os amigos, ele próprio, viam o futuro de Marcelo. Ele chegaria a Presidente do Conselho, como Salazar, mas (sobretudo) como Marcelo Caetano. Marcelo Nuno (era assim que Caetano o tratava) não herdou apenas o nome do líder político, que governou Portugal até ao 25 de Abril. Herdou (e cultivou) o gosto pela academia, pelos livros, pela política, pela comunicação.

 

O livro de Matos começa com as lágrimas do amigo Eduardo Barroso ao ouvir a demissão de Marcelo da presidência do PSD e termina com a actividade de Marcelo, republicano, a dirigir uma fundação monárquica. Ao longo do livro, o autor explora as inúmeras contradições e mudanças de rumo de Marcelo. Mas há uma constante: ele sempre quis estar há frente do país. Que é onde ele está agora. Feliz.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Marcelo e a ortodoxia

por Miguel Bastos, em 13.10.15

marcelo2 despedida tvi.jpg

Marcelo Rebelo de Sousa apresentou-se como candidato a Presidente, na sexta, e despediu-se como comentador da TVI, no domingo. A TVI fez-lhe uma festa, com pessoas que se cruzaram com ele na estação. José Alberto Carvalho descreveu o momento como “pouco ortodoxo” e jornais como o Público e o Expresso deram uso à expressão.

 

Na forma, a opção pode não ter sido ortodoxa. Mas, na substância, foi. Aliás, o problema do "fenómeno" Marcelo foi esse. A imagem de comentador ousado, manipulador e traquina foi dando lugar a um Marcelo mais institucional. Durante o espaço de comentário na televisão, os seus interlocutores desistiam de ser jornalistas e passavam a ser seus alunos. Até na forma como se tratavam: ele era sempre o “Professor”, eles eram o “Zé Alberto”, a “Júdite" e o “Juca”. 

 

É pena, Marcelo (e nós) merecíamos mais acutilância. Ricardo Araújo Pereira conseguiu ter alguma, Maria Flor Pedroso também. Mas esses não estiveram na festa. O Marcelo brilhante, controverso, parcial, excêntrico, conspirador, contraditório também não foi. Ficou na (excelente) biografia de Vítor Matos. O da despedida da TVI foi apenas “ortodoxo”.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Calendário

Setembro 2019

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D