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Ok, Ko

por Miguel Bastos, em 15.01.18

rui rio.jpg

Santana venceu o primeiro debate. Diagnóstico dos comentadores: foi KO.

Rio ganhou as eleições. Diagnóstico não estava OK. 

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Debate Rio/Santana

por Miguel Bastos, em 05.01.18

debate rio santana rtp.jpg

Gostei do debate entre Rio e Santana. Mas, em termos de programação, fazia mais sentido na RTP Memória.

 

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Olhe que não, D. Helena!

por Miguel Bastos, em 25.11.16

marcelo olhe que nao.jpg

A D. Helena era uma crente fervorosa do PSD. Mas afirmava, entre duas vassouradas, que não gostava do Marcelo. Porque não percebia nada do que ele dizia. “Olhe que não, D. Helena!", repetia-lhe eu, "Olhe que não”. Mas ela não cedia. Gostava do Santana, que, ainda por cima, era mais giro. Estávamos, ainda, na ressaca do cavaquismo. Rebelo de Sousa liderava o PSD, mas não o coração das donas helenas. Nessa altura, difundiu-se a ideia que, sendo um intelectual, Marcelo não chegava ao povo.

 

E, de facto, Marcelo chegava, com facilidade, às páginas dos jornais; aos microfones da rádio; aos corredores do poder; às mesas dos pensadores e dos conspiradores. Mas não conseguia “subir ao povo”, como diz o Carlos do Carmo. Isso mudou, claro.

 

Hoje, Marcelo bate recordes de popularidade. O Presidente da República tem uma avaliação positiva de 97% dos inquiridos pela sondagem da Católica (para a Antena 1, a RTP, o JN e DN). A popularidade de Marcelo coincide com uma altura em que se fala de populismo. São coisas bem diferentes. Estou, até, convencido que ser popular pode ser um antídoto contra o populismo.

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CaMarcelo

por Miguel Bastos, em 20.07.15

marcelo tvi.jpg

Marcelo Rebelo de Sousa voltou a falar sobre presidenciais. Comentou o eventual avanço da socialista Maria de Belém Roseira e do social-democrata Rui Rio. Sobre Maria de Belém, Marcelo entende que a sua candidatura terá espaço, se o PS perder as legislativas. Sobre Rio, considera que vai ser candidato. Mas há outros candidatos que podem avançar: Alberto João Jardim, Pedro Santana Lopes e “não tem ideia do que os outros pensarão”. Há sorrisos na TVI. “Os outros”, são ele próprio. 

 

É o Marcelo do costume. Mas, surpreendentemente, quando José Alberto Carvalho pergunta se a candidatura de Rui Rio condiciona os outros candidatos, Marcelo surpreende com um “não” categórico. O PSD deve deixar apresentar toda a gente, não declarar apoio a ninguém e depois deixar ver (dentro do centro-direita) quem é que tem a possibilidade de vencer as eleições. Olhando para as sondagens, esse candidato é ele próprio. E aqui está, preto no branco, a sua estratégia.

 

O camartelo é usado nas demolições. O comentador é o CaMarcelo da estratégia do PSD.

 

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