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As colónias

por Miguel Bastos, em 09.12.22

FILIPA.jpg 

A menina Filipa cresceu, fascinada, por uma colónia agrícola onde uma amiga da mãe era professora. De tal forma que, depois de se ter tornado professora e arquiteta, escreveu um livro sobre o projeto de colonização interna do Estado Novo. Entre terrenos baldio e terrenos do Estado, foram criadas sete colónias agrícolas, para desenvolver a agricultura e fixar a população. Para isso, era preciso reorganizar a propriedade agrícola. No caso dos terrenos a norte do país, caracterizados pelo minifúndio, o objetivo passava por aumentar a dimensão das parcelas. Nos terrenos a Sul, era preciso fazer o contrário: dividir os vastos terrenos, em parcelas mais pequenas, e entregá-las a casais de colonos. O projeto tinha tanto de utópico, como de revolucionário. Mas, a verdade é que pretendia resolver problemas que ainda hoje permanecem: o despovoamento no interior, a escassez de água nos solos, a dimensão da propriedade. Esta tarde, depois da uma, na Antena 1, vou conversar com a arquiteta Filipa de Castro Guerreiro sobre o assunto.

[Atualização] o programa pode ser ouvido aqui:

https://www.rtp.pt/play/p470/e658508/portugal-em-direto

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Vai ao ar

por Miguel Bastos, em 11.07.22

portugal em direto.png

A 20 minutos do programa de rádio ir para o ar, o programa informático "vai ao ar". Fico sem alinhamento. Sem chão. Os 5 minutos seguintes são gastos a tentar uma solução informática, para ultrapassar o problema. Em vão: é um "bug" do programa - nada a fazer. Bem, mas há um programa de rádio a fazer: temos 15 minutos para pôr um programa de 45 minutos no ar. É preciso recuperar alguns textos. Sim, há textos escritos e guardados. E há coisas guardadas na cabeça, que tinham sido escritas há pouco e que vão ser acrescentadas à mão e improvisadas no estúdio. Podia ser pior: se, por exemplo, a ligação por audioconferência caísse (caiu!) ou se a emissão caísse (também caiu!). Dizem que é a magia do direto. Pode ser que seja. Mas é uma dor de cabeça e uma crise de nervos. E, mesmo assim, gosto muito disto.

https://www.rtp.pt/play/p470/e628883/portugal-em-direto

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Vai ao ar

por Miguel Bastos, em 11.07.22

portugal em direto.png

A 20 minutos do programa de rádio ir para o ar, o programa informático "vai ao ar". Fico sem alinhamento. Sem chão. Os 5 minutos seguintes são gastos a tentar uma solução informática, para ultrapassar o problema. Em vão: é um "bug" do programa - nada a fazer. Bem, mas há um programa de rádio a fazer: temos 15 minutos para pôr um programa de 45 minutos no ar. É preciso recuperar alguns textos. Sim, há textos escritos e guardados. E há coisas guardadas na cabeça, que tinham sido escritas há pouco e que vão ser acrescentadas à mão e improvisadas no estúdio. Podia ser pior: se, por exemplo, a ligação por audioconferência caísse (caiu!) ou se a emissão caísse (também caiu!). Dizem que é a magia do direto. Pode ser que seja. Mas é uma dor de cabeça e uma crise de nervos. E, mesmo assim, gosto muito disto.

https://www.rtp.pt/play/p470/e628883/portugal-em-direto

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A passada de Germano

por Miguel Bastos, em 24.06.22

germano.jpg

Tem 90 anos de idade; 65 de jornalismo; mais de 30 como cronista, no Jornal de Notícias. Oficialmente, Germano Silva reformou-se em 1996. Mas, sabemos que é, apenas, "oficialmente". Desde que se "reformou", editou mais de 20 livros. O mais recente chama-se"Porto: As Histórias que Faltavam". No prefácio, o jornalista Miguel Carvalho avisa: "E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás." Hoje, depois da uma da tarde, na Antena 1, vou tentar acompanhar a passada do Germano. A questão não é se vou, ou não, ficar para trás. Mas antes, quanto tempo é que eu vou conseguir acompanhar o Germano antes de, inevitavelmente, ficar para trás.

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Património Douro

por Miguel Bastos, em 14.12.21

douro.jpg

20 anos de um Património que é Mundial. Celebrar o Douro, na medida certa. Peso da Régua.

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Casa grande

por Miguel Bastos, em 02.11.21

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Vivo numa casa grande. É grande, sem ser apalaçada. Felizmente. Viver numa casa grande faz com que, por vezes, vivamos, durante uns tempos, numa das alas sem vermos as pessoas das outras. Ligamos, escrevemos, mas não nos encontramos presencialmente. Hoje, regresso ao Portugal em Direto, na Antena1 - uma área desta casa grande, que já não frequentava desde Março de 2020, numa altura em que a pandemia já estava infiltrada nos alinhamentos. Não é bem um regresso a casa, porque nunca saí dela, apenas mudei de uma ala para outra. Mas tem sabor a casa e a comida caseira. Serve-se à hora de almoço.

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