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Estar morto

por Miguel Bastos, em 29.08.23

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"It's The Who, man!", escreve Phil Collins, a dada altura. Se eles o tivessem convidado para abandonar os Genesis, para se tornar o baterista da banda, ele tê-lo-ia feito. Nessa altura, Phil Collins estava quase no auge da popularidade, com os Genesis quase a conquistar o mundo e Phil quase a arrancar com a sua carreira a solo.
 
Em "Not dead yet", o comportamento de Phil Collins alterna entre a estrela consagrada e o fã dedicado. Viaja de limousine e de jato privado, anda de iate, priva com as celebridades, presta vassalagem à família real britânica, mas, ao mesmo tempo, admite que deixaria tudo, para substituir Keith Moon, nos The Who, e deixa a entender que faria o mesmo, para substituir John Bonham, nos Led Zeppelin. Phil vive anos e anos atormentado por não ter aparecido no disco de estreia de George Harrison, apesar de ter colaborado nas gravações. E adora tocar com Eric Clapton, um herói da sua juventude, que, entretanto, se tinha transformado em vizinho de casa e de bar.
 
Phil foi uma das maiores estrelas do mundo, usufruiu dos benefícios de ser uma das maiores estrelas do mundo, mas, mesmo assim, procurou sempre o reconhecimento dos seus pares: fossem eles Eric Clapton ou Robert Plant. E lamenta nunca ter tido o reconhecimento que a imprensa deu, por exemplo, ao seu amigo Peter Gabriel - a quem dirige sempre palavras amáveis.
 
"Not dead yet" ajuda-nos a perceber que Phil teve uma vida musical antes dos Genesis, e a perceber melhor as opções musicais que foi tomando, durante e depois dos Genesis.

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Grandes discos

por Miguel Bastos, em 14.09.22

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Há mais de 30 anos, comprei o disco "Wind and Wuthering", dos Genesis. Na altura, nem o conhecia bem. Arrisquei, mas estava riscado. Voltei à loja, para o trocar. Não havia outro igual. Saí da loja com "Seconds Out" - também dos Genesis - um álbum duplo, ao vivo. Só que o outro ficou-me atravessado. Até agora. Acabo de comprar o disco "Wind and Wuthering". E acabo de reparar que, entretanto, os discos encolheram. Mesmo os grandes discos.

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Dia dos namorados

por Miguel Bastos, em 14.02.22

É dia dos namorados. Mas, por favor, não se ponham para aí a dizer que gostam de ouvir baladas do Phil Collins. Porque é meloso. Porque é piroso. Façam como eu. Ouçam-nas, mas não digam a ninguém.

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