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Discutir programas

por Miguel Bastos, em 30.10.19

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Dois dias para debater o programa do governo não é demais. Afinal, este é o país onde se discutiu, semanas a fio, o programa da Cristina. Já agora, reparem que alguns dos protagonistas são comuns. [Foto: Tiago Petinga - Lusa]

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Governo grande

por Miguel Bastos, em 26.10.19

E pronto, este pequeno país já tem um governo grande.

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Novo governo

por Miguel Bastos, em 15.10.19

Estive a ver a composição do novo governo. Até vi duas vezes. É que, à primeira vista, parecia igual. À segunda, também.

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Excedente orçamental

por Miguel Bastos, em 25.06.19

Não estou a conseguir lidar com o excedente orçamental. Esta noite, por exemplo, sonhei com comida de autor. Conseguem imaginar? Eu, perdido no meio de pratos com nomes mais extensos do que os aristocratas europeus, assinados por designers de interiores... Logo à noite, vou ter medo de fechar os olhos.

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Beneficiar o infrator

por Miguel Bastos, em 14.06.19

O governo comprou o SIRESP, por 7 milhões de euros. O deputado do PSD, Duarte Marques, acha que se está a beneficiar o infrator. Talvez valha a pena recorrer ao vídeo-árbitro.

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As calças de Costa

por Miguel Bastos, em 17.09.18

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Angola. Podíamos falar da diplomacia e da economia. Da justiça e da política. Da banca e da dívida. Do petróleo e dos diamantes. Da democracia e da liberdade. Da cooperação, do poder, da construção, dos media, da emigração, das telecomunicações, da energia. 
Podíamos. Mas não podemos. Demasiado ocupados que estamos com as calças de ganga de Costa.

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Rendas excessivas

por Miguel Bastos, em 02.05.18

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Os portugueses acordaram, finalmente, para a questão das rendas excessivas. Infelizmente, foi preciso envolver o nome de Manuel Pinho. Eu ando (há anos!) a falar das rendas excessivas. Mas, ninguém me ouve. A minha mãe, por exemplo, continua a encher a casa de naperons.

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Posta restante

por Miguel Bastos, em 15.02.18

postal.jpg

O novo filme de Spielberg, "The Post", passa-se na era Nixon. Mas, é inevitável vê-lo como uma reacção à era Trump. Não é, no entanto, um filme dos bons contra os maus. É melhor que isso. A história anda à volta de uma investigação, governamental, sobre o Vietname. Fica-se a saber que, afinal, a guerra do Vietname era uma história mal contada. Aliás, era uma história não contada. Porquê? Porque os presidentes anteriores (Kennedy e Johnson) eram do grupo dos bons. O grupo que os jornais gostavam. Com quem tinham cumplicidade. Eram farinha do mesmo saco. Um saco onde estava, desde logo, o Washington Post.

 

Os protagonistas são a dona do jornal (Meryl Streep) e o diretor (Tom Hanks). São eles que vão ter que colocar em causa a sobrevivência do jornal, em nome da liberdade da imprensa. Mas, tão ou mais importante, vão ter que se colocar em causa.   

 

Nesse sentido, "The Post" é um filme sobre a perda da ingenuidade. Um postal de uma época e do que restou dela.

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O sorriso de Centeno

por Miguel Bastos, em 06.12.17

centeno presidente.jpg

Foi surpreendente assistir às reacções do Presidente da República e dos partidos políticos (com excepção do PS) à eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo. Marcelo veio lembrar que Centeno só é presidente porque é ministro das Finanças. (Centeno sabe disso. Afinal, o Eurogrupo é o grupo onde se reúnem os ministros das Finanças da Zona Euro). O Bloco e o PCP salientaram que Centeno vai trabalhar para uma Europa que defende a austeridade e o liberalismo económico e que é o novo rosto das políticas erradas. O PSD e o CDS vieram dizer que iam estar atentos, porque não se pode ser rigoroso na Europa e desleixado em Portugal.

 

Portanto, os líderes Europeus, que inicialmente tiveram dúvidas em relação a Centeno, votaram na sua eleição, deram sorrisos e parabéns. Já os políticos portugueses, começaram a ter dúvidas, fecharam o rosto e resolveram lançar avisos e ameaças. Podiam, ao menos, ter disfarçado. Atualmente, há imensas soluções farmacológicas para a azia. Mas, não devia ser preciso. O sorriso de Centeno devia bastar.

 

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