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Rodrigues dos Santos

por Miguel Bastos, em 28.01.20

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Já era tempo do CDS voltar a ter um líder com dois apelidos. É uma condição importante, para um partido que se quer afirmar à direita. Estou, até, convencido que os problemas recentes do CDS não têm origem na ideologia, mas sim na antroponímia. [Foto: Paulo Novais - Lusa]

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Balcãs

por Miguel Bastos, em 09.01.20

Eleições no PSD. Curioso: num partido balcanizado, um dos candidatos é Montenegro.

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Presidente

por Miguel Bastos, em 25.10.19

Uma campanha modesta: sem comícios, nem cartazes. Foi eleito presidente, com mais de 70% dos votos. Será do carisma? Será dos afetos? Ferro Rodrigues foi reeleito presidente da Assembleia da República.

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Dizer Chega

por Miguel Bastos, em 10.10.19

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Luís Montenegro foi à SIC defender que "é preciso dizer Chega", que "é preciso dizer Basta"! Terá escolhido as palavras à ventura ou foi de propósito?

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Unidade

por Miguel Bastos, em 08.10.19

Cavaco Silva está triste com o resultado do PSD. Cavaco Silva diz que Maria Luís Albuquerque é "uma das mulheres com maior capacidade de intervenção" que conheceu. Cavaco Silva considera que é preciso "reconstruir a unidade do partido". Luís Montenegro só deverá falar sobre a "unidade do partido", na quinta ou sexta-feira.

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Coligação

por Miguel Bastos, em 08.10.19

Quem quer coligar com a Carochinha, que é tão rica e bonitinha?

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Reflexão

por Miguel Bastos, em 07.10.19

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Confesso, ando confuso. No sábado, achava que o dia de reflexão não fazia sentido. No domingo, achei que hoje é que devia ser o dia de reflexão. Hoje, quero refletir mas não consigo.

[Foto: Mário Cruz - Lusa]

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Freitas do Amaral

por Miguel Bastos, em 03.10.19

Escrevi este texto, em 2017, por altura da morte de Mário Soares. Achei que fazia sentido voltar a este texto, no dia da morte de Freitas do Amaral.

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Foi uma grande campanha eleitoral: Soares contra Freitas, nas Presidenciais de 1986. Freitas fez uma campanha à americana: jovem, moderna, com um slogan irresistível, com a sua mulher bonita ao lado. A malta do liceu andava muito excitada com o Freitas. Eu também estava fascinado, com o antigo líder do CDS. Os cartazes, os autocolantes, as bandeiras. "Prá frente portugal?", claro que sim!

Mas, depois, a minha irmã chegou a casa, toda "Soares é Fixe!", com uns autocolantes que faziam lembrar o "Nuclear não, obrigado!", e o meu coração vacilou. Eu achava que o "bochechas" estava velho. Mas a minha irmã dizia que não, que o outro era mais novo mas tinha ideias velhas. Freitas, dizia ela, era um reaccionário de direita e só os fascistas é que gostavam dele. Além do slogan, a música de apoio a Soares do Rui Veloso também era fixe, e o MASP (Movimento de Apoio Soares à Presidência) crescia de dia para dia, com o apoio de gente fixe. Depois, os comunistas taparam a cara de Soares; Soares ganhou; Freitas perdeu mais do que seria admissível e a política foi ficando mais tecnocrática e cinzenta. Cavaco teve culpas no cartório. Soares, o rei-republicano, também. E nunca mais houve uma campanha, como a de 1986.

Mas, sim, Soares foi (mesmo) fixe.

 

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Arrumar as botas

por Miguel Bastos, em 30.05.19

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“Estou longe de arrumar as botas”, diz Jerónimo de Sousa, à SIC. Não sei como é que Jerónimo é com sapatos e sapatilhas. Mas, se fosse mais novo, poderia ser meu filho.

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Euro condomínio

por Miguel Bastos, em 29.05.19

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Falou-se muito dos elevados níveis de abstenção nas Europeias. Não aceito o argumento de que a culpa é (só) dos políticos. Claro que têm culpa. Uma culpa que é proporcional às suas responsabilidades. E, sim, muitas vezes não estão à altura das responsabilidades. Só que nós, os cidadãos que prescindem da cidadania, também não. Somos os que não vão à reunião de condomínio, porque é chato. E, depois, queremos ter aceso à ata, criticar a discussão, contestar as decisões. Além disso, temos os pagamentos atrasados. Mas a culpa não é nossa, o condomínio é que não responde às nossas necessidades.

A abstenção aumentou (uma vez mais) em Portugal. E aumentou, precisamente, numa altura em que os níveis de abstenção baixaram na Europa. Li várias explicações. Tenho uma, entre várias. Os níveis de abtenção baixaram na Europa, por causa do avanço da extrema direita. Como esse problema (ainda) não se coloca em Portugal, não votamos. Porque não é preciso. Tal como não é preciso ir às reuniões de condomínio. Pelo menos, enquanto não chover cá em casa.

É claro que, no futuro, corrermos o risco de batermos à porta do condomínio com a casa já inundada, ou em chamas. Podemos, até, já não ter casa. Eu sei que é chato, mas evitar as reuniões no hall de entrada, não é uma boa saída. Para ninguém.

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