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Vá para fora cá dentro

por Miguel Bastos, em 02.04.20

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Charlotte Gainsbourg

por Miguel Bastos, em 05.03.20

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Gosto da Charlotte Gainsbourg. Acho que é uma artista filha da mãe.

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O vírus de Sepúlveda

por Miguel Bastos, em 03.03.20

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Há cerca de 6 anos, um bicho manhoso atirou-me para a cama de um hospital. Queria-me matar, o animal! Felizmente, não conseguiu. Mas, entre muitas coisas, o bicho manhoso tirou-me a capacidade, física e mental, de ler. Eu queria ler, precisava de ler, mas não conseguia. Estava demasiado debilitado para romances, ensaios ou biografias. Tentei ler pequenos contos, livros infantis, mas nem esses conseguia. As letras dos jornais tremiam, os livros de banda desenhada trocavam-me os olhos. Passei a folhear novelas gráficas, livros de design, de arquitetura. Mas, faltavam-me as palavras. As primeiras chegaram-me, a custo, num livro de Sepúlveda: a "História de um gato e de um rato que se tornaram amigos" trouxe-me as primeiras palavras escritas, em semanas. O livro, maravilhosamente ilustrado, permitiu-me sair da cama do hospital, para os telhados de Munique, onde a história se desenrola. Hoje, é Luís Sepúlveda quem está doente. Espero que volte depressa para as palavras, que as palavras o levem para onde ele quiser. E, se for possível, que nos leve com ele.

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Óscares

por Miguel Bastos, em 10.02.20

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Gosto muito da carpete, das fotos e dos vestidos. Só não percebo porque é que estão sempre a falar de filmes. É que não há pachorra!

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Terry Jones

por Miguel Bastos, em 22.01.20

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Quando morre um humorista, o mundo fica com menos graça.

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O caminho de Carminho

por Miguel Bastos, em 20.01.20

E, então, a fadista sentou-se com uma guitarra elétrica e tocou uma música acompanhada, apenas, de uma bola de espelhos que espalhou estrelas pela sala. Podia ter sido o cúmulo da piroseira, mas foi Carminho na sua plenitude. O melhor concerto que eu vi dela. A voz esteve irrepreensível e os músicos (guitarra portuguesa, viola de fado, baixo, guitarra elétrica e pedal steel) em ponto de rebuçado. A luz, as projecções e o cenário estiveram perfeitos: gerando um quadro diferente para cada canção. Carminho foi contida, quando repertório lho exigiu; espontânea, quando fez sentido; apaixonante, em qualquer dos casos.

Carminho domina o fado tradicional. Nasceu no meio dele. Mas é uma rapariga do seu tempo. E, por isso, tudo soou natural, orgânico, depurado, confeccionado e digerido ao detalhe. É certo que outros fadistas forçaram a corrente e abriram caminho para Carminho. Numa entrevista que lhe fiz, no início da sua carreira, reconheceu isso mesmo. Podem-lhe ter aberto caminho, mas foi ela quem o traçou a seu gosto. Que é, também, o nosso.

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Produtos integrais

por Miguel Bastos, em 08.01.20

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Para me redimir dos excessos do Natal, aderi aos produtos integrais. A integral das sinfonias de Beethoven devolveu-me a autoestima. E o meu corpo funciona lindamente. 

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Grande festa

por Miguel Bastos, em 30.12.19

Em Maio, pareceu-me que estava a ouvir o disco do Ano. Agora, tenho a certeza. Para mim, "Desalmadamente" é o disco português do ano. Lena d'Água regressou, trinta anos depois, com dez belíssimas canções "heterobiográficas" de Pedro da Silva Martins (da Deolinda). Lena merecia um disco assim: novo, mas com memória; criativo, mas simples; irreverente, sem ser ridículo. Está tudo no sítio: música e letra, produção e arranjos, instrumentos e voz. Sobretudo a voz, de Lena, que teima em não envelhecer. Esta canção, não é a melhor, nem a minha preferida do disco: é só a mais adaptada à época do ano. Boas festas!

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Casa

por Miguel Bastos, em 03.12.19

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A casa Malin, de John Lautner, está pendurada nas colinas de Hollywood. A maquete está cá em casa.

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Dias cinzentos

por Miguel Bastos, em 12.11.19

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Reencontrar um bom disco é como reencontrar um velho amigo. Reencontrei "Body and Soul", de Joe Jackson. Repousava (há demasiado tempo) numa estante lá de casa. O sexto disco de Joe Jackson desenvolve a receita do anterior, "Night and Day": uma mistura de pop, soul, funk, jazz e música latina. "Body and Soul" é um "espetáculo de luz e cor", para dar vida a estes dias cinzentos.

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