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Casa

por Miguel Bastos, em 03.12.19

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A casa Malin, de John Lautner, está pendurada nas colinas de Hollywood. A maquete está cá em casa.

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Dias cinzentos

por Miguel Bastos, em 12.11.19

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Reencontrar um bom disco é como reencontrar um velho amigo. Reencontrei "Body and Soul", de Joe Jackson. Repousava (há demasiado tempo) numa estante lá de casa. O sexto disco de Joe Jackson desenvolve a receita do anterior, "Night and Day": uma mistura de pop, soul, funk, jazz e música latina. "Body and Soul" é um "espetáculo de luz e cor", para dar vida a estes dias cinzentos.

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Mano a mano

por Miguel Bastos, em 28.10.19

Faltava o frente a frente, o cara a cara, o "Mano a mano". Finalmente, vi (e, sobretudo, ouvi) o Salvador Sobral ao vivo. Confirma-se, é um dos melhores artistas portugueses, de que tenho memória: cantor, músico, "entertainer", intérprete, criador, compositor. Tanto talento, num jovem que se estreou num concurso de marionetes e se tornou conhecido no Festival da Canção. Salvador tem música no coração e tem música à flor da pele. Respira música: expira-nos música e, com isso, inspira-nos vida.

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Beatles

por Miguel Bastos, em 26.09.19

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Antes de vos falar do John, do Paul, do George e do Ringo, deixem-me falar-vos do Tó. O Tó era amigo da minha irmã e fã dos outros quatro. E queria converter-nos à religião dele. Mas, nós não estávamos para aí virados. Tínhamos acabado de descobrir as viagens cósmicas dos Pink Floyd e as transgressões musico-poéticas dos Doors. Os Beatles pareciam-nos demasiado antigos e bem comportados. "I wanna hold your hand" ou "Yellow submarine" pareciam-nos canções inocentes e infantis. Que contraste com o "Shine On You Crazy Diamond", dos Pink Floyd, ou com o "Light my fire", dos Doors! Mas o Tó não desarmava e queria-nos oferecer o seu disco preferido dos Beatles. Acabámos por chegar a uma solução de compromisso. Emprestou-nos o "Abbey Road": se não gostássemos, podíamos devolvê-lo; se gostássemos ficávamos com o disco. Gostámos. O "Abbey Road" tem 50 anos e mora em minha casa, há mais de 30. É maravilhoso e está cada vez mais novo.

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Em nome do filho

por Miguel Bastos, em 30.08.19

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Eu sabia que esse dia ia chegar. E, no fundo, desejava-o, ansiosamente. Mas, nunca pensei que esse dia chegasse tão cedo. O dia em que um filho aconselha um livro ao pai. Ainda por cima, um livro que fala de um filho, à procura de um pai que se perdeu nos livros. Ele há coisas... 

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Consolida filho, consolida

por Miguel Bastos, em 18.07.19

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Mário Centeno está a ser apontado como candidato à liderança do FMI. Acho uma injustiça. Em Portugal, há outro Mário que contribuiu muito mais para a popularidade do FMI. O José Mário.

 

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Mãos que dançam

por Miguel Bastos, em 26.06.19

Gosto de olhar para as mãos da Alondra de la Parra. Volta e meia, a maestrina pousa a batuta e deixa que as suas mãos dancem livremente. E, depois, as mãos fazem dançar o resto do corpo. Ombros, braços, anca. Boca, olhos, sobrancelhas. Alguns maestros usam a batuta como fosse uma arma, um instrumento de domínio, uma espada afiada. Alondra parece que, apenas, pede aos músicos que a levem a dançar. Pode ser Prokofiev ou Beethoven. Mas é claro que dança melhor com a música do México. Do seu México. Vejam aqui como ela dança Arturo Márquez, com a Orquestra de Paris.

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Desaparecido em combate

por Miguel Bastos, em 04.06.19

Alguém viu o carregador do meu telemóvel? Não sei dele, mas não está desaparecido. Precisa, apenas, "de uma localização mais exata". A última vez que o vi, estava junto a uma tela da Vieira da Silva.

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É um livro

por Miguel Bastos, em 23.04.19

 

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"É um livro", de Lane Smith, no dia do dito cujo. Ideal para as crianças ensinarem os adultos a ler.

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Adeus tristeza

por Miguel Bastos, em 15.04.19

Fernando Tordo anda a cantar "Adeus tristeza", há mais de 35 anos. É uma das canções tristes, mais tristes que eu conheço. Arrepiava-me ao ouvi-la na rádio (ainda me arrepia). Arrepiava-me ao ver Fernando Tordo a cantar "a tristeza" ao vivo, encharcado em suor, num espetáculo da Aula Magna transmitido na RTP. A intensidade da música e da interpretação faziam de Tordo uma espécie de Brel: um pouco mais gordo, um pouco mais luso. "Adeus tristeza", cantava num quase grito, mas a tristeza teimava em ficar. Até agora. Fernando acaba de regressar à canção, num dueto com Héber Marques, dos HMB. E a tristeza disse "Adeus", pela primeira vez. Lindo.

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