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Mercado de transferências

por Miguel Bastos, em 16.06.17

centeno (2).jpg

Portugal: está de saída. Do procedimento por défice excessivo.

 

Schäuble: elogia sucesso portugues. Centeno é, de facto, o Ronaldo das finanças.

 

Ecofin: não confirma interesse em Ronaldo. Mas, também, não desmente.

 

Centeno: Não fala sobre o seu futuro no clube. Concentração máxima. O adversário é muito forte. É um orgulho representar Portugal. Blá, blá blá...

 

FMI: esteve em Portugal, por empréstimo. Aceita o valor da transferência: 10 mil milhões de euros.

 

Ronaldo: Tem vontade de sair do clube, de ficar. De pagar impostos, de ganhar dinheiro. Enfim, chinesises.

 

China: Não está interessada em Centeno. Ainda.

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Guterres e os parvos

por Miguel Bastos, em 05.10.16

guterres parvos.jpg

No meio do entusiasmo à volta de candidatura de Guterres à liderança da ONU, houve conjunto de pessoas “cosmopolitas” que resolveu criticar os “patrioteiros”. É verdade, o futuro de Portugal não depende da eleição de Guterres. Ter Guterres, como secretário-geral da ONU, não vai provocar a recuperação das finanças públicas, nem o crescimento económico, nem vai baixar o desemprego. Não vai aumentar a qualidade da governação, nem da oposição. Não vai acabar com o crescimento da extrema direita na Europa. Não vai decidir as eleições nos Estados Unidos. Não vai acabar com as brincadeiras perigosas da Coreia do Norte. Nem com a guerra na Síria. Mas se for búlgaro, alemão ou russo, também não.

 

Os “cosmopolitas” não acham relevante ter, pela primeira vez, um português à frente das Nações Unidas. O que é importante é que ganhe o melhor. Mas não dizem qual é o melhor. Não importa se Cristiano Ronaldo é português. Nem Pessoa, Camões, Amália, Saramago, Damásio, Vasco da Gama. Porque o mundo é um só. Porque são “cosmopolitas”. Os “cosmopolitas” não são bem cosmopolitas. São apenas parvos.

 

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Portugal meias tintas?

por Miguel Bastos, em 07.07.16

portugal verde agua.jpg

Olhei, de raspão, para as primeiras páginas dos jornais desta manhã. Depois da extraordinária vitória de ontem, frente ao País de Gales, esperava uma enorme mancha verde e vermelha. Mas não. Era verde água, ou verde clarinho, ou verde azulado, ou lá o que é aquilo. Temos vermelho sangue na bandeira, temos sangue na guelra, mas celebramos a vitória da Selecção, com um verde meias tintas. Não dá para perceber..

Portugal tem bons jogadores, mas péssimas modistas. O que é estranho, neste país de costureirinhas...

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Só neste país

por Miguel Bastos, em 05.07.16

so neste pais.png

Portugal joga à bola com o País de Gales. Estamos no Europeu, as coisas não nos correm mal, antes pelo contrário. Mas, há quem insista em realçar que não estamos a jogar bem, que, até agora, só temos empates, etc. Se Portugal perder com o País de Gales vai ser um mar de gente a dizer “eu sabia”, “eu não te dizia”. São os que dizem que o Cristiano não joga nada e, quando ele marca respondem “estava a ver que não” ou “vá lá, nem sei como é que ele meteu aquele golo”.

 

O selecionador nacional lembrou que muita gente, que jogava bonito, já está em casa. Fez bem. Os Ingleses, por exemplo, são uma grande potência potência de futebol e nunca passam da cepa torta. Nos últimos anos, a Selecção Nacional tem estado sempre presente nas competições internacionais e, na generalidade, tem feito boa figura. Nada mau. Mas é claro que podia ser melhor. Pode sempre. Não somos os melhores. Nunca fomos. Mas também não somos os piores. Era melhor admitirmos as duas coisas, para não andarmos sempre no “vai abaixo e vai acima… pessimista, optimista…” da canção do Sérgio Godinho. A canção chama-se, apropriadamente, “Só neste país”, que é uma das frases mais reveladoras e mais irritantes que temos. Diz Godinho: “Portugal é nosso p'ro bem e p'ro mal”. Com ou sem vitória, neste ou no próximo jogo. Mas, se poderem ganhar... 

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CR7 brilha no Universo

por Miguel Bastos, em 18.06.15

cr7.jpg

Ser o melhor do mundo não chega. CR7 é a galáxia mais brilhante do universo. Ouvi a notícia, na Rádio Renascença, e pensei “Não havia necessidade.” O homem já brilha que chegue. Até ofusca.

 

David Sobral, que lidera uma equipa internacional de astrónomos, explicou o nome: resulta da abreviatura de Cosmos (zona onde a galáxia foi detectada) e Redshift (desvio para o vermelho) de 7. A coincidência fez lembrar a “estrela do futebol”. Será que vamos passar a dizer a “galáxia do futebol”?

 

A descoberta desta galáxia, já foi publicada na Astrophysical Journal. A revista científica deve ser uma espécie de “Jornal do Sporting”: com estrelas variadas, mas sem Bruno de Carvalho na capa.

 

Deixando o umbigo e voltando para o universo, ficam mais alguns dados:

     - O brilho da CR7 é visível

     - É proveniente de "estrelas extremamente jovens”

     - A galáxia, apresentada em Maio, pela NASA, não é mais brilhante

     - Nem sequer é uma galáxia

 

Por fim, CR7 é 20 vezes mais quente e um trilião de vezes mais luminoso do que o Sol. Chega, estou de rastos.

 

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