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Fora da caixa

por Miguel Bastos, em 17.01.22

A pandemia está, permanentemente, a trocar-nos as voltas. Desde que regressei, fisicamente, à redação da rádio, tenho passado por vários programas e horários. Desde aquele em que saio "fora da caixa", às sete da manhã; até àquele em que saio "da minha zona de conforto" às 3 e meia da manhã, para termos notícias "no ar" às sete. Tenho assumido tantos desafios, que até já pensei em apresentar-me como "empreendedor".  

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Bar aberto

por Miguel Bastos, em 14.01.22

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Os bares e as discotecas vão reabrir. As "reuniões de trabalho" (é uma daquelas designações estrangeiras da moda) voltam a ser legais.

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Tasca

por Miguel Bastos, em 07.01.22

tasca.jpg

Sejamos francos: o cheiro a álcool, numa redação, não é uma coisa inédita.
Mas,não me lembro de uma redação a cheirar a tasca, logo pela manhã. 
De resto, acho que não lembra a ninguém.

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Zaragatoa

por Miguel Bastos, em 04.01.22

zaragatoa - substantivo feminino - zaragata provocada sem motivo concreto

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28 mil casos

por Miguel Bastos, em 30.12.21

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Pelo terceiro dia consecutivo, Portugal atinge um novo máximo de infeções. Hoje, foram 28 mil novos casos.
Ao mesmo tempo, decide-se a redução do número de dias de isolamento.
O tempo está confuso.
Eu, por exemplo, tenho vontade de ir para casa cantar o "Let it snow". Só preciso de uns calções e uns chinelinhos.

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Máscara

por Miguel Bastos, em 09.12.21

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A Comic Con está de regresso a Portugal. A grande novidade, deste ano, é o uso obrigatório de máscara. Acho muito bem. Não deve ser um direito exclusivo dos super-heróis.

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A confiança

por Miguel Bastos, em 07.12.21

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A pandemia aumentou a confiança dos portugueses na ciência e nos profissionais de saúde, refere um estudo da Universidade do Porto, que indica que a população passou a confiar menos nos políticos e nos jornalistas. Espero não ser corporativista, mas fui ver os alinhamentos dos noticiários que referiam o estudo. Eis alguns exemplos:
 
- o governo português garante que está tudo a postos para vacinar os menores
 
- o segundo voo de repatriamento de portugueses, vindo de Moçambique, chegou a Lisboa
 
- a vacinação obrigatória está em discussão, em vários países
 
Claro que podemos (e devemos) discutir as medidas de combate à pandemia, a sua aplicação e fiscalização ou o tempo de decisão. Mas temo que a generalidade das pessoas tenha ficado com a ideia que "os políticos" andam a discutir as vacinas e os confinamentos, enquanto os médicos andam a trabalhar, o que, manifestamente não é verdade. Não são os médicos que compram vacinas, que abrem centros de vacinação, que fecham escolas. Já têm trabalho que chegue.
 
Evidentemente, há muitos casos em que os políticos falham. A nova variante, por exemplo, veio por a nu uma evidência: África continua arredada do processo de vacinação e, enquanto for assim, não será possível controlar a pandemia. E quem é que denúncia isto? Os médicos e cientistas, mas, também, as Nações Unidas, dos... políticos.
 
E, já agora, como é que isto tudo se sabe? Parece que os jornalistas disseram qualquer coisa sobre o assunto. Os mesmos jornalistas que perdem a confiança das pessoas, por causa de fenómenos como a "desinformação" e as chamadas "'fake news'", que são o oposto do jornalismo.
 
O mundo está confuso e as pessoas têm todo o direito de andarem atentas e desconfiadas. Mas, gritar por gritar, disparar em todas as direções ou deitar tudo para o mesmo caixote do lixo, só vai piorar as coisas.

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Estes gajos

por Miguel Bastos, em 06.12.21

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As pessoas que resmungam contra "o trânsito", esquecem-se que fazem parte do "trânsito". Teimam em reivindicar, para si próprias, um estatuto de exceção. A pandemia veio agravar esta forma de nos separarmos do resto mundo. Sabendo isto, insisto, porém, no mesmo erro: "estes gajos" estão no "trânsito"; eu estou "no carro", com o meu amigo Leonard Cohen.

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Omicron

por Miguel Bastos, em 29.11.21

Ó micron! E se fosses chatear outro? Não achas que já chega? Vê lá se cresces e desapareces, pá!

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O amor e o gajo

por Miguel Bastos, em 28.11.21

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"Eu tenho passado bem", diz o sr. padre, "o gajo não me apanhou". O "gajo" é o vírus. O sr. padre é o teólogo e filósofo Anselmo Borges. "Eu, também, me tenho desviado, tenho-me portado bem". Neste mundo, em que já se viu de tudo, há sempre coisas novas para ouvir. E é, por isso, que eu continuo a gostar tanto da rádio. "O amor é", esta manhã, com a "Inesita" (Anselmo Borges, dixit) e o "Professor Júlio Machado Vaz".

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