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Vai ao ar

por Miguel Bastos, em 11.07.22

portugal em direto.png

A 20 minutos do programa de rádio ir para o ar, o programa informático "vai ao ar". Fico sem alinhamento. Sem chão. Os 5 minutos seguintes são gastos a tentar uma solução informática, para ultrapassar o problema. Em vão: é um "bug" do programa - nada a fazer. Bem, mas há um programa de rádio a fazer: temos 15 minutos para pôr um programa de 45 minutos no ar. É preciso recuperar alguns textos. Sim, há textos escritos e guardados. E há coisas guardadas na cabeça, que tinham sido escritas há pouco e que vão ser acrescentadas à mão e improvisadas no estúdio. Podia ser pior: se, por exemplo, a ligação por audioconferência caísse (caiu!) ou se a emissão caísse (também caiu!). Dizem que é a magia do direto. Pode ser que seja. Mas é uma dor de cabeça e uma crise de nervos. E, mesmo assim, gosto muito disto.

https://www.rtp.pt/play/p470/e628883/portugal-em-direto

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Vai ao ar

por Miguel Bastos, em 11.07.22

portugal em direto.png

A 20 minutos do programa de rádio ir para o ar, o programa informático "vai ao ar". Fico sem alinhamento. Sem chão. Os 5 minutos seguintes são gastos a tentar uma solução informática, para ultrapassar o problema. Em vão: é um "bug" do programa - nada a fazer. Bem, mas há um programa de rádio a fazer: temos 15 minutos para pôr um programa de 45 minutos no ar. É preciso recuperar alguns textos. Sim, há textos escritos e guardados. E há coisas guardadas na cabeça, que tinham sido escritas há pouco e que vão ser acrescentadas à mão e improvisadas no estúdio. Podia ser pior: se, por exemplo, a ligação por audioconferência caísse (caiu!) ou se a emissão caísse (também caiu!). Dizem que é a magia do direto. Pode ser que seja. Mas é uma dor de cabeça e uma crise de nervos. E, mesmo assim, gosto muito disto.

https://www.rtp.pt/play/p470/e628883/portugal-em-direto

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Alimentar polémicas

por Miguel Bastos, em 06.07.22

piao.jpg

Chego à redação.
- O tipo não grava declarações.
- Como assim? Acabou de nos mandar um comunicado!
- Pois, mas não grava. Diz que nós trocamos tudo o que ele diz e que não gosta de alimentar polémicas.
- E o que é que há de tão polémico no crescimento das exportações do têxtil-lar?
- Eu sei lá!
Intervenho.
- Acabo de chegar de uma reportagem, com uma pessoa com os mesmos receios.
- Em que área é que trabalha?
- Numa área muito polémica.
- Qual?
- Brinquedos tradicionais.
- O que é que isso tem de polémico?
- Pelo que percebi, tudo: desde a escolha das madeiras, às colas, tintas e vernizes.
- Ui, temas fraturantes!
- Exato. Nem sei como é que as juventudes partidárias não pegaram nisto.

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O normal

por Miguel Bastos, em 30.06.22

pedro nuno santos.jpg

Claro que há um dado novo: o primeiro-ministro trava a decisão sobre o novo aeroporto, anunciada pelo ministro da tutela.
Quanto ao resto - a discussão do aeroporto tem 50 anos, com apresentações, contestações, localizações e demissões - nem por isso.
Lembram-se do novo normal? Não vai acontecer. Temos o normal, de novo. [Fotografia: Tiago Petinga/LUSA]

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Antenas várias

por Miguel Bastos, em 29.06.22

3.jpg

- Por aqui tão cedo, Miguel?
- É. Esta manhã, edito a Antena 3.
- Não fizeste noticiários da Antena 2, este mês?
- Fiz e da Antena 1.
- Então, este mês fazes o pleno.
- Não, falta-me a RDP África e a RDP Internacional.

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A passada de Germano

por Miguel Bastos, em 24.06.22

germano.jpg

Tem 90 anos de idade; 65 de jornalismo; mais de 30 como cronista, no Jornal de Notícias. Oficialmente, Germano Silva reformou-se em 1996. Mas, sabemos que é, apenas, "oficialmente". Desde que se "reformou", editou mais de 20 livros. O mais recente chama-se"Porto: As Histórias que Faltavam". No prefácio, o jornalista Miguel Carvalho avisa: "E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás." Hoje, depois da uma da tarde, na Antena 1, vou tentar acompanhar a passada do Germano. A questão não é se vou, ou não, ficar para trás. Mas antes, quanto tempo é que eu vou conseguir acompanhar o Germano antes de, inevitavelmente, ficar para trás.

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Roupa ao sol

por Miguel Bastos, em 20.05.22

toalhas.JPG

A aproveitar o sol, para tratar da roupas dos indígenas, enquanto ouço bons programas de rádio. Claro que, se fosse um serviço público a sério, punham uns tipos a ajudar na lida da casa. Aposto que a BBC nos vem dobrar as meias. Mas, enfim, é o país que temos.

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Timor, 20 anos

por Miguel Bastos, em 19.05.22

timor.jpg

Timor-Leste a caminho dos 20 anos. A jornalista Rita Colaço a fazer (belíssimas) reportagens, na Antena 1. Esta manhã, entrevistou José Ramos-Horta que, amanhã, toma posse como presidente da República. Releio este parágrafo, sobre o golpe de Estado na Indonésia, que, em 1965, instalou Suharto no poder: "Ao todo, foram mortas pelo menos 500 mil pessoas (...) Numa zona do país, os rios ficaram tão repletos de cadáveres que a água deixou de correr." Não é de admirar que um governo, que nasceu com esta violência, não tenha tardado a impor essa mesma violência aos vizinhos mais próximos. 20 anos, Timor. Foi quase um milagre. É quase um milagre.

A entrevista pode ser ouvida aqui: https://www.rtp.pt/play/p517/e618147/espaco-das-10

O parágrafo pertence ao livro "A Guerra Fria", de Odd Arne Westad.

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As reformas

por Miguel Bastos, em 11.04.22

De acordo com Cavaco Silva, António Costa terá "um grau de coragem política muito baixo". Esta manhã, Cavaco assina duas página de coragem, no Público, para concluir que "não se detetam sinais de um ímpeto reformista" no atual programa de governo.



Sejamos justos, as reformas foram sempre uma marca política de Cavaco Silva. Tanto que, quando teve que optar entre o salário de presidente da República e as reformas, optou, corajosamente, pelas reformas.

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As cores da guerra

por Miguel Bastos, em 06.03.22

rosa.jpg

Uma guerra, qualquer guerra, não deve ser vista a preto-e-branco. Para que não seja vista a preto-e-branco, é preciso mostrar outras cores. Neste caso, optou-se pelo cor-de-rosa. Estou elucidado.

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